A tatuagem como forma de expressão

Tatuagem, a parte de nós que escolhemos. Diferente de nossos cabelos, de nosso corpo, de nossa barba que, talvez, se pudéssemos mudaríamos algo, com a tatuagem, não.

Se nascemos como nascemos, a tatuagem pode ser considerada a parte de nós mais autêntica, porque nasceu de um desejo ou sentimento reais, “só nosso”.

Se as temos, dedicamos lá atrás algum tempo pensando se era mesmo isso que queríamos. Pensamos se o significado era mesmo aquele e, principalmente, decidimos cuidar delas para que durem muitos, muitos anos – pelo menos na teoria.

Mas será a tatuagem mais um item da moda? Se sim, o que as fez romper fronteiras culturais e demolir os muros do preconceito? Evoluímos enquanto sociedade ou não se trata de evolução ou involução: cultura é movimento e nada é permanente, nem o pensamento de nossos avôs.

É claro que a tatuagem hoje possui outro significado, diferente do que foi décadas passadas – mesmo séculos, pois surgiu no século 18 – quando era associada apenas a um grupo.

Ou seja, hoje a tatuagem não só é mais presente quanto é mais praticada. Não basta ter uma tatuagem, mas várias.

Para muitos, é a marcação de fases da vida, de realizações ou – por que não? – como forma de se mostrar “inserido” em determinado meio social. Roqueiro sem tatuagem? As mais famosas blogueiras de moda mundo afora lançaram o hit – e as fashion girls se tornaram inevitavelmente it.

A tatuagem que ontem estava apenas no marginal, hoje está no presidente da empresa. Se apenas mulheres “da vida” ou de “malandro” ousavam marcar seus corpos, senhoras eternizam nomes de filhos e netos. Não há mais restrição de gênero, idade ou status. Ontem estigma, hoje emblema.

Parece que não, mas foi nos anos 1980 que demos os primeiros grandes passos para onde estamos hoje. Os primeiros estúdios, ainda que voltados apenas para o público do rock, contribuíram muito para a desestigmatização da tatuagem.

Somando ao avanço das técnicas, de materiais e maquinário, a confiança do público foi se firmando e não mais era algo perigoso para a saúde ou restrito em opções de desenhos. Caveiras passaram a dividir o cardápio com fadas e borboletas. O estúdio, do lugar escuro e predominantemente masculino regado a álcool, se tornou espaço hiper higienizado onde qualquer um é bem-vindo.

E sabe o que mais mudou?

A maneira de cuidar das tatuagens. Se antes pouco importava o uso de protetor solar e ninguém sequer considerava o risco de o desenho perder o viço, hoje há produtos para mantê-las com cores vivas por mais tempo; produtos que não agem contra o pigmento, antes o mantém.

Antenados nessa transformação, temos a satisfação de apresentar VITO Tattoo Magic. Especialmente para você, que independente da motivação de se tatuar, possui uma tatuagem e deseja que ela dure para sempre.

VITO entende o significado de ser único. Se pensamos assim em relação aquilo em nós que não escolhemos, imagina com aquilo que escolhemos com tanto cuidado.

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