MELHORES PRÁTICAS EM BARBEARIAS – PT. 4

A tecnologia veio para impulsionar o que já é bem feito

Este é último artigo sobre a série baseada nos ensinamentos de Jim Collins que aplicamos ao mercado das barbearias. Desejamos que tenha gostado e conseguido aplicar ao seu negócio.

Se você não acompanhou os anteriores, basta clicar nos títulos abaixo:

Quais barbearias vieram pra ficar?

Quem são os líderes e como lideram?

Ser generalista ou especialista?

Para encerrar então, vamos a outro ponto discutido nos livros de Collins, que é uma grande lição para qualquer negócio, em qualquer segmento. Trata-se da verdade – ao menos até hoje – de que a tecnologia é a panaceia. Ou seja, que consegue resolver quase todos os possíveis males de um negócio.

A tecnologia vem evoluindo muito. Existem hoje sistemas de pagamento que dividem o pagamento na máquina de cartão entre barbearia e barbeiro, outros que cadastram o cliente e te dizem quem ele é, qual tipo de serviço e produto costuma gastar, e por aí vai. Ou seja, é possível melhorar bastante a experiência do cliente dentro da barbearia com a tecnologia, e isso vai crescer cada vez mais.

Só que a visão de Collins é de que a tecnologia apenas potencializa coisas bem feitas, ela em si não cria um diferencial competitivo. Isto é, a tecnologia deve ser usada com disciplina a fim de impulsionar coisas que dão certo.

É isso mesmo. De nada adianta ter um sistema poderoso de identificação do cliente se os teus barbeiros estão insatisfeitos com o modelo de remuneração e não acreditam no negócio, por exemplo. Os problemas que você pode estar enfrentando ainda podem ser os mais antigos e aparentemente banais.

Agora, depois de todos esses artigos, em que apresentamos a visão de Jim Collins aplicada, você pode estar se perguntando: qual é, afinal, a visão da VITO.

Pois bem! Como empresa, acreditamos e tentamos aplicar em nosso dia a dia esses valores ligados às melhores práticas empresariais. Constantemente, porém, nos deparamos com situações como as mencionadas acima. Faz parte do jogo. O segredo é não perder de vista o humano. Somos todos humanos servindo outros humanos. Saber ouvir ainda é o maior dos segredos do sucesso.

Mas tem outro detalhe! Sentimos que ainda existe uma cultura nesse mercado, e no país, de acreditar em relações desequilibradas. Ou seja: “eu vou crescer e prosperar se eu conseguir tirar algo mais do que determinado fornecedor puder me dar”.

Na verdade, os maiores casos empresariais de sucesso nos mostram que as relações equilibradas – chamadas de “ganha-ganha” – são as que geram florescimento de ambos os lados. E não só, elas fazem com que estes negócios criem produtos e soluções ainda mais inovadores que, em longo prazo, vão gerar ganhos muito maiores.

É claro que quando nos referimos a relações equilibradas não estamos querendo dizer que não é preciso negociar bem, ou que você deve parar de desejar a melhor cotação para o seu negócio. Nada disso. É preciso analisar a questão mais profundamente, sem se fechar para uma ideia nova.

Em resumo: é entender se o negócio que está sendo fechado é bom para os dois lados.

Empresas que oferecem o que não podem dar, que pensam apenas em curto prazo, e além de tudo não investem na melhoria dos seus produtos e serviços, consequentemente elas inovam menos. Ponto. O que torna, óbvio, muito mais difícil prosperar em médio e longo prazos.

Empresas que se beneficiam disso de maneira sistêmica perdem a capacidade de investimento de determinado fornecedor, o que resulta em piores serviços e produtos em médio prazo – ou até em dificuldade financeira.

Acreditamos, como VITO, que negociar termos justos que otimizem o que os dois lados podem oferecer, traz benefícios em longo prazo muito mais sólidos.

Some a esse pensamento a lógica por trás dos outros pontos que apresentamos e o seu negócio estará pronto para crescer de forma consistente e na velocidade certa. Pare de acreditar que existe mágica para o sucesso. E, principalmente, que só você deve ganhar.

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