Melhores práticas em barbearias – Pt. 1

Com a explosão de barbearias no Brasil nos últimos anos, só os fortes conseguem se destacar. Nessa série abordamos as principais práticas de gestão aplicadas às barbearias.

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Barbearia clássica, raiz, ou barbearia com massagem e podologia?

Já falamos sobre isso: o possível fim das barbearias. Desde 2014, houve um boom na abertura de estabelecimentos para o cuidado da barba, que foi não só atendendo a demanda que só crescia como oferecendo outros serviços, que antes eram prestados em outros estabelecimentos. Por exemplo: massagem, podologia, entre outros.

Mas também, ora ora, surgiram barbearias “raiz”, as que no mercado são chamadas de barbearias clássicas. Ou seja, o foco é a barba e o corte de cabelo, ponto. E basta!

Como em qualquer outro mercado, há diversos modelos de negócios que as barbearias podem aplicar, e jeitos diferentes de contratar os barbeiros, comprar produtos, firmar parcerias, abrir uma franquia ou iniciar um negócio independente. Enfim, oferecer o melhor para aquele que é considerado o consumidor ideal na cabeça de quem está empreendendo. Cabe a cada empreendedor adaptar o seu negócio à disponibilidade de capital.

Toda essa introdução, na verdade, é para avisar que vamos apresentar as teorias mais testadas em estratégia e gestão empresarial de outros mercados que podem ser trazidas para a discussão sobre as melhores práticas no mercado de barbearias. Afinal, quem deseja o fim das barbearias? VITO não. O homem VITO menos ainda, porque sabe que sua barba diz sobre quem ele é.

As teorias e ideias que apresentaremos foram tiradas, principalmente, de dois livros do autor e consultor norte-americano Jim Collins – um deles em parceria com Jerry Porras.

Antes, porém, de mergulhar no primeiro ponto-chave, uma curiosidade: Jim Collins é um dos principais consultores de negócios dos Estados Unidos e periodicamente participa de reuniões anuais de algumas das maiores empresas do mundo. Uma delas? Ambev! Ele participa junto com Jorge Paulo Lehmann, Beto Sicupira, Marcel Telles e outros personagens importantes na “definição das estratégias” e planejamento anuais da Ambev. Mas, prossigamos!

Os dois livros escritos por Collins são Built to Last, de 1994, (construído para durar, em tradução livre) e Good to great, de 2001, (do bom para o ótimo, também em tradução livre). Ambos valem muito a leitura. São considerados clássicos da gestão empresarial.

Bom, depois de tanta história e curiosidades, vamos à primeira reflexão?

O que tem de “diferencial” a barbearia que veio para ficar?

Primeiro, vamos entender o que é “vir para ficar” para que o termo não fique vago ou sensacionalista.

Bora lá!

Nos estudos de Collins, os principais critérios utilizados são o período de crescimento e o sucesso por anos a fio que ultrapassam a média do mercado.

O que isso quer dizer em relação às barbearias? Que a sua barbearia vai crescer e dar retorno financeiro maior e por mais tempo do que a média dos seus concorrentes? Essa é uma questão que às vezes confundimos, principalmente com outros indicadores que não têm lá uma ligação direta com a “saúde” do negócio. Vamos dar um exemplo básico: número de seguidores em mídias sociais, número de cadeiras de atendimento, famosos que são atendidos ou que frequentam o espaço, entrevistas dadas a grandes canais de mídia e por aí vai.

Resumindo: só importa mesmo se você tem uma rede social bombástica ou uma barbearia gigante com nome de ex-BBB se isso, de fato, se converte em atendimentos, reconhecimento do consumidor e recorrência no atendimento. Ou seja, se o cliente volta! Simples assim.

Vamos deixar de lição de casa a reflexão: por que você acha que a sua barbearia veio para ficar?

Autor: VITO

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3 comentários em “Melhores práticas em barbearias – Pt. 1”

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